<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-29163344</atom:id><lastBuildDate>Wed, 16 Dec 2009 20:17:26 +0000</lastBuildDate><title>Jornalismo Minuanico</title><description>notícias, reportagens e salgadinhos em geral</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-32154580856106434</guid><pubDate>Wed, 16 Dec 2009 20:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-16T18:17:26.452-02:00</atom:updated><title>Dez anos sem Plínio Marcos</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SylARF9_iTI/AAAAAAAAAJc/QNHaHnkcdIY/s1600-h/PM_1996.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 132px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SylARF9_iTI/AAAAAAAAAJc/QNHaHnkcdIY/s200/PM_1996.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415930689293879602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Carlos Minuano &lt;br /&gt;[Revista Fórum]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci Plínio Marcos no início da década de 90, época em que ele celebrava quatro décadas de trabalho com a peça 40 anos de luta, monólogo em que contava histórias e fazia um balanço de sua vida e obra. No entanto, quando falava a respeito, costumava acrescentar, com seu humor típico, “20 anos trabalhando e os outros vendendo livro!”. Ele se referia aos duros anos de censura da qual foi vítima, e que o obrigou a sobreviver vendendo seus livros em portas de teatro. Até 1980, todas as peças que escreveu foram censuradas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A perseguição começou logo na primeira peça, Barrela, que em 1959 foi proibida após uma única apresentação. Neste mês, em que a primeira censura faz 50 anos, completam-se também dez anos sem Plínio Marcos. O dramaturgo morreu no dia 19 de novembro de 1999, em uma tarde de sexta-feira, de falência múltipla dos órgãos, aos 64 anos de idade. Não por acaso, acaba de sair do forno uma justa homenagem, Bendito Maldito – uma biografia de Plínio Marcos (Editora Leya, 500 págs., R$44,90), escrita pelo amigo e critico teatral, Oswaldo Mendes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estruturada em atos e cenas, semelhante a uma peça de teatro, a biografia mostra a trajetória meteórica de um dos mais importantes nomes da dramaturgia brasileira, da infância em Santos ao sucesso em São Paulo, como autor de teatro. “No primeiro ato, o herói se apresenta, define caminhos, faz opções que determinarão a sua história. No segundo ato, uma sucessão de acontecimentos aflora as certezas e as contradições, os conflitos explodem. No terceiro ato, o desfecho que sintetiza as ações de uma vida inteira”, explica Oswaldo Mendes. Uma linha do tempo acompanha a narrativa e permite ao leitor identificar a época em que aconteceu a ação e o ajuda a entender motivações de muitos episódios.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Plínio Marcos nasceu em 1935, no bairro portuário de Macuco, em Santos e teve um currículo extenso e bem diverso. Antes do teatro e dos livros, trabalhou como estivador, jogador de futebol, camelô e palhaço de circo. Aliás, foi lá, segundo ele, em um circo de ciganos no qual passou cinco anos, que aprendeu a escrever para teatro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre suas principais obras estão as peças Abajur lilás, Navalha na carne, Dois perdidos numa noite suja e os livros Querô - uma reportagem maldita, Na barra do Catimbó e Histórias das quebradas do Mundaréu. Teve também uma sólida carreira no jornalismo, como cronista, passando por diversos jornais, Última Hora, Diário da Noite, Folha de São Paulo e nas revistas Veja, Realidade e Caros Amigos, entre outras. Sua obra também recebeu várias adaptações para o cinema, entre elas Navalha na carne, A mancha roxa, Dois perdidos numa noite suja e Querô. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A vida em Santos &lt;br /&gt;Uma das histórias resgatadas na biografia é a de como Plínio, ainda em Santos, se virava para driblar os tempos de dureza. “Para não ficar sem trocados no bolso, ele inventava expedientes, como o de vender o mesmo livro para várias pessoas”, conta Mendes no livro. Um exemplo foi O pagador de promessas, peça de Dias Gomes, impossível de ser encontrado nas livrarias locais. “Daí vem o Plínio e nos diz que poderia conseguir o texto”, conta Pedro Bandeira, em Bendito Maldito. Uns dez logo se interessaram. Na volta, Plínio procurou o primeiro: “Está aqui a peça. Você vai ler agora? Não? Então me deixa ler, depois eu devolvo”. Plínio foi ao segundo, ao terceiro, enfim, repetiu para todos a mesma lorota. Quando os amigos perceberam o golpe, não adiantava mais nada. “Nenhum de nós podia dizer que ele levou o dinheiro e não entregou a encomenda. Só podíamos dizer que o Plínio tinha pedido o livro emprestado e ainda não o havia devolvido”, diverte-se Bandeira. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A última entrevista &lt;br /&gt;Em 1999, ano de sua morte, Plínio estava abatido por uma série de problemas de saúde, decorrentes de uma diabete insistente. Não morava mais na velha e minúscula quitinete do Edifício Copan, mas em um confortável apartamento no agradável e tranquilo bairro de Higienópolis, com sua companheira na época, a jornalista Vera Artaxo. Apesar dos problemas de saúde, Plínio vivia um bom momento, sua obra finalmente era reconhecida, após décadas de duras perseguições. Ele acabava de ser homenageado na França, com a tradução e leituras de duas peças suas. E, aqui no Brasil, seu trabalho finalmente voltava a ser visto, e ele pôde, nesse período, sentir o reconhecimento do público, da classe artística e da crítica.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em uma de suas últimas entrevistas, concedida a este repórter em agosto de 1999, Plínio falou bem menos que antigamente, mas em vários momentos mostrou sua fúria crítica de sempre, disparando sua metralhadora para todos os lados. Na ocasião, um de seus alvos principais foi FHC, que havia acabado de se reeleger. “Este Fernando Henrique ficar aí duas gestões é um ‘puta' dum absurdo do 'caraco'. É um incompetente comprovado”, disse. A porrada não foi menor quando questionei sobre um possível novo cenário caso Lula tivesse vencido as eleições de 98. “Também não entrou por incompetência, aliás, no meu entendimento ajudou a eleger o Fernando Henrique, porque as pessoas tinham medo do Lula e a defesa foi essa besta que está aí”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também lembrou das duras críticas que recebeu ao longo de sua vida, como no caso de A mancha roxa, 1988, uma de suas peças mais polêmicas, sobre o trágico drama da Aids, evidentemente vista pela ótica dos esquecidos, dos marginalizados: “Teve uma toupeira que escreveu se tratar de uma obra-prima que ninguém devia assistir. Quando ganhei o prêmio de melhor autor, joguei nos críticos e mandei eles à merda! Não preciso de prêmio, não sou cavalo de corrida! Preciso é de espaço para trabalhar!”, disse ele quase gritando.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O dramaturgo, como sempre fez, defendeu a arte como um instrumento de ação social e de subversão. “O artista está ficando muito mercenário, é preciso mais idealismo. A gente não pode esperar que os poderosos financiem a arte, ela tem que ser rebelde”. Para ele, somente assim a arte daria sua contribuição à sociedade com um elemento fundamental, a contestação. “Num momento de merda como o que estamos vivendo, evidente que precisa do artista pra poder instigar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biografia Bendito Maldito resgata muitos testemunhos da força e do impacto do teatro de Plínio Marcos, como a reação do médico e escritor Roberto Freire ao assistir a peça Dois perdidos numa noite suja. “Se a peça fosse uma merda sairia no meio”, teria dito Freire. Ao ver a plateia vazia, concluiu que sair durante o espetáculo seria impossível. Estava ruminando a roubada em que se metera quando a peça começou. “Dez minutos depois eu estava fascinado. Que Nelson Rodrigues coisa nenhuma, ali estava a melhor peça de teatro feita no Brasil. No final, eu estava em prantos”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Roberto Freire registrou o seu entusiasmo em texto para a revista Sinal, em que comparava Eles não usam black tie, de Guarnieri e Dois perdidos numa noite suja, de Plínio Marcos: “Quase dez anos os separam... A impressão que tenho é de que não se escreveu nada entre ambas. Porque faltou sinceridade, não houve real necessidade de escrever, nenhum outro autor teve bastante coragem de retratar seu mundo, ou seus mundos não possuíam nada digno de retrato. Ver Dois perdidos numa noite suja não é mole. Tem bastante humor para a gente descarregar a vergonha, o medo e a covardia que a honestidade do autor nos provoca. É a peça mais suja e cruel jamais escrita no Brasil. Por isso, linda e necessária, importante e verdadeira”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ao final da entrevista, acho que prevendo ser a última vez que falaria com Plínio Marcos, perguntei a ele se gostaria de deixar alguma mensagem para as novas gerações, ao que ele respondeu: “Quem estiver fazendo, tem que continuar fazendo e quem não estiver fazendo está morrendo e deixando as coisas morrerem”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Essa matéria é parte integrante da edição impressa da Fórum de novembro. Nas bancas. &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-32154580856106434?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/12/dez-anos-sem-plinio-marcos.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SylARF9_iTI/AAAAAAAAAJc/QNHaHnkcdIY/s72-c/PM_1996.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-1905639375934159620</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 13:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T11:16:16.220-02:00</atom:updated><title>Livro sobre música brasileira em rituais de ayahuasca é lançado em SP</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SyeL6dG3W3I/AAAAAAAAAJU/YTnop1ItAz8/s1600-h/Capa_Verso_Musica_Labate_Pacheco.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 101px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SyeL6dG3W3I/AAAAAAAAAJU/YTnop1ItAz8/s200/Capa_Verso_Musica_Labate_Pacheco.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415450913298406258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acontece hoje em São Paulo o lançamento do livro “Música brasileira de ayahuasca”, dos antropólogos Beatriz Labate e Gustavo Pacheco [Editora Mercado de Letras].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Música brasileira de ayahuasca”, dos antropólogos Beatriz Labate e Gustavo Pacheco &lt;br /&gt;Dia: 15 de dezembro, terça-feira&lt;br /&gt;Hora: das 19:00hs às 21:00hs&lt;br /&gt;Local: Livraria Cortez – R. Bartira, 317 – Perdizes (do lado da PUC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o prefácio do livreto por José Jorge de Carvalho (Antropologia UNB) aqui: http://www.bialabate.net/books/musica-brasileira-de-ayahuasca/prefacio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-1905639375934159620?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/12/livro-sobre-musica-brasileira-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SyeL6dG3W3I/AAAAAAAAAJU/YTnop1ItAz8/s72-c/Capa_Verso_Musica_Labate_Pacheco.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-4463067157849717664</guid><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T17:34:07.132-02:00</atom:updated><title>Poder da inteligência coletiva vai aumentar, diz Pierre Lévy</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/Sunt5NaLXCI/AAAAAAAAAJI/Zr_hZwuEO3Y/s1600-h/cybercultura+074.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 134px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/Sunt5NaLXCI/AAAAAAAAAJI/Zr_hZwuEO3Y/s200/cybercultura+074.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398107195488033826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLOS MINUANO&lt;br /&gt;colaboração para a Folha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[foto: Damião Francisco]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Ainda estamos na infância da cibercultura", afirma o filósofo francês Pierre Lévy, 53. Para ele, as principais transformações sociais provocadas pela tecnologia ainda estão por vir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi esse o tema central de seu livro "Cibercultura" (editora 34, 264 págs., R$ 38) lançado no Brasil há dez anos e que até hoje aquece discussões sobre os rumos da cultura digital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para celebrar o aniversário da tradução brasileira do livro, aconteceu nesta quinta e sexta-feira (1 e 2), em Santos, o evento Cibercultura 10+10. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Lévy, esteve também presente o ex-ministro e músico Gilberto Gil. Pouco antes de embarcar para o Brasil, Pierre Lévy conversou com a Folha, por e-mail. Leia trechos da entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;br /&gt;FOLHA - Após dez anos da publicação de seu livro no Brasil, quais mudanças o senhor destaca nas redes digitais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PIERRE LÉVY - A mais importante mudança é a demográfica: mais e mais pessoas estão participando da comunicação digital a cada dia. Em dez anos, a maioria das pessoas estará conectada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso deixar de mencionar o aumento da facilidade de criar conteúdos e remixar todos os tipos de informação multimídia. Outro aspecto são as múltiplas utilizações da tecnologia sem fio e a presença dos ultraportáteis e netbooks. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA -Quais as tendências para o futuro próximo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÉVY - Vejo o crescimento das tendências em direção à criação distribuída, conteúdos gerados por usuários, o compartilhamento em rede global e a categorização social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista técnico, deve crescer o uso da computação em nuvem e das tecnologias de realidade ampliada. Jogos on-line multijogadores ficarão mais populares. Em resumo, a tendência básica é o aumento de poder da inteligência coletiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - As tentativas de restringir a liberdade na internet terão êxito? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÉVY - Eu não acredito que controles e restrições irão ter êxito. Há um movimento bem mais forte em direção à interconexão além de todas as fronteiras, liberdade de criação de comunidades e aumento das faculdades cognitivas coletivas e pessoais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inteligência coletiva livre é a real plataforma do desenvolvimento humano e da prosperidade econômica, então todos possuem interesse em sua expansão irrestrita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Quais os principais problemas no caminho da cibercultura? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÉVY - Eu vejo dois principais problemas. Primeiro, a parte física da interconexão digital já está pronta ou estará em breve. Mas a interconexão semântica ainda é um grande problema: pessoas falam diferentes línguas, sistemas de classificação diferentes e possuem distintas experiências disciplinares e culturais. Eu acredito que precisamos uma metalíngua computável universal, que irá nos ajudar a traduzir, procurar, analisar e sintetizar informação de forma colaborativa e aberta. O segundo problema é a evolução de todo sistema de mídia, político e educacional. Se as pessoas continuarem a se prender à velha forma estática e centralizada de comunicação (isso inclui estruturas legais) algumas transformações serão muito dolorosas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Como define a cibercultura? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÉVY - Nós ainda estamos na infância da cibercultura. Nossos sistemas econômicos, políticos e educacionais serão profundamente modificados no próximo século. Por isso, eu a defino da mesma forma que em 1997, quando o livro "Cibercultura" foi publicado em francês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma cibercultura hoje em dia exatamente como existia uma cultura hieroglífica no tempo dos antigos egípcios, de manuscrito alfabético no tempo do império romano, ou de impressão no fim do século 18 na Europa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da comunicação digital, as principais características são a onipresença da informação, a interconexão geral de documentos e pessoas, e a automatização da manipulação simbólica (força computacional, software). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;[03/10/2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u632868.shtml &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Links no texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cibercultura 10+10&lt;br /&gt;http://www.cpflcultura.com.br/post/cpflcultura-apresenta-pierre-levy-e-gilberto-gil-em-evento-de-cibercultura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-4463067157849717664?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/10/poder-da-inteligencia-coletiva-vai.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/Sunt5NaLXCI/AAAAAAAAAJI/Zr_hZwuEO3Y/s72-c/cybercultura+074.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-8717313852808235921</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 15:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T13:45:39.968-02:00</atom:updated><title>reportagem em ilhéus</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/St8siU6VxJI/AAAAAAAAAJA/EEBxyW4t76A/s1600-h/ilheus_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/St8siU6VxJI/AAAAAAAAAJA/EEBxyW4t76A/s320/ilheus_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395079846853723282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-8717313852808235921?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/10/reportagem-em-ilheus.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/St8siU6VxJI/AAAAAAAAAJA/EEBxyW4t76A/s72-c/ilheus_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-5449747578470980939</guid><pubDate>Wed, 19 Aug 2009 16:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-19T13:33:36.841-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SowpS9RFQdI/AAAAAAAAAI4/nxzPXL_tSf8/s1600-h/Convite+Dia+20+de+agosto_b.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 319px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SowpS9RFQdI/AAAAAAAAAI4/nxzPXL_tSf8/s400/Convite+Dia+20+de+agosto_b.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371713861206753746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-5449747578470980939?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/08/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SowpS9RFQdI/AAAAAAAAAI4/nxzPXL_tSf8/s72-c/Convite+Dia+20+de+agosto_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-2177930659781460234</guid><pubDate>Tue, 16 Jun 2009 04:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-17T18:08:49.693-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Educação</category><title>Greve na USP: bombas de gás, spray de pimenta e cacetadas de montão</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SjcmcQeAJPI/AAAAAAAAAIc/J5xLo6CVit8/s1600-h/imbr%C3%B3glio+usp_09.06.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SjcmcQeAJPI/AAAAAAAAAIc/J5xLo6CVit8/s400/imbr%C3%B3glio+usp_09.06.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347785349424751858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua coluna na edição desta segunda-feira, 15, do jornal Folha de S. Paulo, o jornalista Fernando de Barros e Silva critica o “comportamento autoritário de minoria de funcionários da USP”, em greve desde 5 de maio, que estaria intimidando colegas. Segundo ele, “grupelhos pautados por estupidez teórica e desprezo sistemático pelos direitos dos outros”. Para o jornalista, foi esse “fascismo de esquerda” o responsável pelo imbróglio da semana passada que levou à ocupação da USP pela PM, com bombas de gás, balas de borracha, spray de pimenta, escudos e, claro, cacetadas de montão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão de quem esteve na linha de fogo é outra. Caso do professor Pablo Ortellado. Em sua avaliação, “a situação é gravíssima”. Ele responsabiliza a reitora Suely Vilela, que teria autorizado uma “barbárie que atenta contra o diálogo, o bom senso e a liberdade de pensamento e ação”. De acordo com a reitoria da USP, está agendada para terça, 16, reunião de retomada das negociações entre a instituição, professores e funcionários, suspensas desde o último dia 25. Também na agenda do mesmo dia, ato de repúdio à repressão na universidade, organizado por professores da universidade, que deve contar com a participação do professor Antonio Candido e da filósofa Marilena Chauí.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue logo abaixo, depoimento de Ortellado, em primeira pessoa, que circula na web, detalhando o confronto ocorrido no último dia 9, de soldados da Tropa de Choque da Polícia Militar de São Paulo com estudantes, professores e funcionários da USP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje, as associações de funcionários, estudantes e professores haviam deliberado por uma manifestação em frente à reitoria. A manifestação, que eu presenciei, foi completamente pacífica. Depois, as organizações de funcionários e estudantes saíram em passeata para o portão 1 para repudiar a presença da polícia do campus. Embora a Adusp não tivesse aderido a essa manifestação, eu, individualmente, a acompanhei para presenciar os fatos que, a essa altura, já se anunciavam. Os estudantes e funcionários chegaram ao portão 1 e ficaram cara a cara com os policiais militares, na altura da avenida Alvarenga. Houve as palavras de ordem usuais dos sindicatos contra a presença da polícia e xingamentos mais ou menos espontâneos por parte dos manifestantes. Estimo cerca de 1200 pessoas nesta manifestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta altura, saí da manifestação, porque se iniciava assembléia dos docentes da USP que seria realizada no prédio da História/ Geografia. No decorrer da assembléia, chegaram relatos que a tropa de choque havia agredido os estudantes e funcionários e que se iniciava um tumulto de grandes proporções. A assembléia foi suspensa e saímos para o estacionamento e descemos as escadas que dão para a avenida Luciano Gualberto para ver o que estava acontecendo. Quando chegamos na altura do gramado, havia uma multidão de centenas de pessoas, a maioria estudantes correndo e a tropa de choque avançando e lançando bombas de concusão (falsamente chamadas de “efeito moral” porque soltam estilhaçose machucam bastante) e de gás lacrimogêneo. A multidão subiu correndo até o prédio da História/ Geografia, onde a assembléia havia sido interrompida e começou a chover bombas no estacionamento e entrada do prédio (mais ou menos em frente à lanchonete e entrada das rampas). Sentimos um cheiro forte de gás lacrimogêneo e dezenas de nossos colegas começaram a passar mal devido aos efeitos do gás – lembro da professora Graziela, do professor Thomás, do professor Alessandro Soares, do professor Cogiolla, do professor Jorge Machado e da professora Lizete todos com os olhos inchados e vermelhos e tontos pelo efeito do gás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multidão de cerca de 400 ou 500 pessoas ficou acuada neste edifício cercada pela polícia e 4 helicópteros. O clima era de pânico. Durante cerca de uma hora, pelo menos, se ouviu a explosão de bombas e o cheiro de gás invadia o prédio. Depois de uma tensão que parecia infinita, recebemos notícia que um pequeno grupo havia conseguido conversar com o chefe da tropa e persuadido de recuar. Neste momento, também, os estudantes no meio de um grande tumulto haviam conseguido fazer uma pequena assembléia de umas 200 pessoas (todas as outras dispersas e em pânico) e deliberado descer até o gramado (para fazer uma assembléia mais organizada). Neste momento, recebi notícia que meu colega Thomás Haddad havia descido até a reitoria para pedir bom senso ao chefe da tropa e foi recebido com gás de pimenta e passava muito mal. Ele estava na sede da Adusp se recuperando. Durante a espera infinita no pátio da História, os relatos de agressões se multiplicavam. Escutei que a diretoria do Sintusp foi presa de maneira completamente arbitrária e vi vários estudantes que haviam sido espancados ou se machucado com as bombas de concusão (inclusive meu colega, professor Jorge Machado). Escutei relato de pelo menos três professores que tentaram mediar o conflito e foram agredidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sede da Adusp, soube, por meio do relato de uma professora da TO que chegou cedo ao hospital que pelo menos dois estudantes e um funcionário haviam sido feridos. Dois colegas subiram lá agora há pouco (por volta das 7 e meia) e tiveram a entrada barrada – os seguranças não deixavam ninguém entrar e nenhum funcionário podia dar qualquer informação. Uma outra delegação de professores foi ao 93o DP para ver quantas pessoas haviam sido presas. A informação incompleta que recebo até agora é que dois funcionários do Sintusp foram presos – mas escutei relatos de primeira pessoa de que haveria mais presos. A situação, agora, é de aparente tranquilidade. Há uma assembléia de professores que se reuniu novamente na História e estou indo para lá. A situação é gravíssima. Hoje me envergonho da nossa universidade ser dirigida por uma reitora que, alertada dos riscos (eu mesmo a alertei em reunião na última sexta-feira), autorizou que essa barbárie acontecesse num campus universitário. Estou cercado de colegas que estão chocados com a omissão da reitora. Na minha opinião, se a comunidade acadêmica não se mobilizar diante desses fatos gravíssimos, que atentam contra o diálogo, o bom senso e a liberdade de pensamento e ação, não sei mais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por favor, se acharem necessário, reenviem esse relato a quem julgarem que é conveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Dr. Pablo Ortellado &lt;br /&gt;Escola de Artes, Ciências e Humanidades&lt;br /&gt;Universidade de São Paulo”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-2177930659781460234?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/06/greve-na-usp-bombas-de-gas-spray-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SjcmcQeAJPI/AAAAAAAAAIc/J5xLo6CVit8/s72-c/imbr%C3%B3glio+usp_09.06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-2687796745327313878</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2009 21:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-03T19:11:44.647-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Audiovisual</category><title>Conectando realidades</title><description>&lt;em&gt;Para o Cultura e Mercado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve início nesta terça-feira, 19, o primeiro encontro da RAIA (Rede Audiovisual Ibero-Americana), no Centro Cultural da Espanha, em São Paulo. O encontro marca o início da construção de uma rede de cooperação entre articuladores internacionais para pesquisar e debater novas formas de pensar, fazer e divulgar conteúdos audiovisuais em países ibero-americanos, considerando a produção local e global.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O encontro é promovido pelo Divercult, organização cultural internacional fundada no Brasil, hoje com sede na Espanha e financiado pela Aecid (Agencia Espanhola de Cooperación Internacional para el Desarrollo).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na abertura do evento, Ana Tomé, diretora do Centro Cultural da Espanha em São Paulo/ Aecid, deu as boas vindas aos participantes e falou sobre as atuais estratégias de cooperação para o desenvolvimento em países ibero-americanos. “A América Latina seguirá como foco principal”, disse.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A diretora ressaltou ainda que o objetivo da Aecid não é o patrocínio, mas parcerias voltadas ao desenvolvimento. “Há casos em que um apoio de logística ou infra-estrutura vale mais que a ajuda financeira”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em seguida, Fernanda Martins, presidente do DiverCult, falou sobre a proposta da organização. “Nosso objetivo é investigar práticas, agentes e métodos que contribuam para o diálogo cultural, fomentar a articulação entre os representantes destas práticas e difundir o que for mapeado”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ela apresentou também o projeto Conversas Diversas, plataforma de pesquisa-ação com foco na busca de alternativas para o desenvolvimento de políticas e práticas culturais. Outra ação destacada por Fernanda é a produção do webdocumentário “Te Están Grabando”, que vai analisar os efeitos da industria cinematográfica hollyoodiana sobre as culturas locais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Perpassa todas as iniciativas, o estímulo ao processo de cooperação. Para Leonardo Brant, que coordena a metodologia da rede e dirige o documentário, “o encontro entre experiências similares em regiões distintas pode colaborar para que cada uma se fortaleça individualmente”. A ideia do evento em São Paulo, segundo ele, é justamente descobrir os caminhos para que isso ocorra de forma efetiva.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À tarde, quem abriu o debate foi Luis Algarra, que falou sobre seu trabalho de construção de redes sociais comunidades, empresas e organizações diversas. “Não basta ter a tecnologia, é preciso atitude, é onde entramos, estimulando a ação das pessoas”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Algarra, a partir do uso de diferentes técnicas de conversação é possível fazer com que integrantes de uma determinada rede encontrem, a partir de suas individualidades, fluxos de ação harmônicos, mesmo sem consenso entre idéias e opiniões.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O tema rendeu um extenso debate acerca da natureza das redes, não apenas no ambiente virtual, mas também no real. Colaboração, convivência, exposição e competição foram alguns dos temas de reflexão entre os participantes. “Não há outro caminho, temos que conversar”, observou Algarra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Encerraram as atividades do primeiro dia do encontro, o chileno Dino Pancani, que falou sobre o projeto Tramas, trabalho com conteúdos audiovisuais voltado à educação; e o boliviano Humberto Mansillas do Centro de Gestión Cultural Pukañawi, que apresentou o Festival Internacional de Cine de Los Derechos Humanos, realizado há cinco anos na Bolívia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.culturaemercado.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-2687796745327313878?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/06/conectando-realidades.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-5424123213109929288</guid><pubDate>Fri, 20 Mar 2009 21:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-23T15:15:16.681-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Educação</category><title>Para Serra, escola pública vai bem</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/ScQG5PQV0bI/AAAAAAAAAIU/oTUZWyI_tMU/s1600-h/morte_tarodemarselha.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 191px; height: 360px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/ScQG5PQV0bI/AAAAAAAAAIU/oTUZWyI_tMU/s400/morte_tarodemarselha.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315381040621408690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo José Serra (PSDB) comemorou a melhora do ensino médio em SP; apesar de quase todas as escolas de ensino fundamental não atingirem a meta para 2008. O motivo da celebração é o índice de desempenho do ensino médio no Estado de SP (Idesp), divulgado nesta semana, que subiu de 1,41 em 2007 para 1, 95 em 2008. Quem tem filhos em escola pública, seja lá em qual série for, sabe que esses números são um embuste, e que falta um bocado para que se possa comemorar alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato mesmo, que não depende de indicadores, pois está escancarado há um bom tempo, é que o ensino público vai mal. Muito mal. Os problemas são vários, vão das deficiências de infra-estrutura, na maioria falta até papel higiênico, às falhas pedagógicas de um modelo jurássico de ensinar, que quase sempre apenas promove a evasão escolar ou no mínimo uma pseudo-educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todo modo, a festinha de Serra pode contribuir para turbinar uma boa idéia que tramita em Brasília – coisa cada vez mais rara, vale lembrar. Trata-se de projeto de lei apresentado pelo senador Cristovan Buarque, propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, governador, presidente) seja obrigado a pôr os filhos na escola pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil crer que a proposta avance, mas em meio a tanta bandalheira com dinheiro público só assim mesmo pra fazer chegar algum dinheiro na educação pública, aliás, seria pertinente também propor algo semelhante na área da saúde, oferecendo aos “nobres”representantes do país, o mesmo convênio médico utilizado pela grande maioria de seus “representados”, ou seja, o SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na imagem acima, a carta morte, do tarô de Marselha&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-5424123213109929288?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/03/para-serra-escola-publica-vai-bem_20.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/ScQG5PQV0bI/AAAAAAAAAIU/oTUZWyI_tMU/s72-c/morte_tarodemarselha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-5978760272765553651</guid><pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-09T18:59:50.428-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Política Cultural</category><title>Incentivo online</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SZCZF_NWy7I/AAAAAAAAAG4/chn2qPT0740/s1600-h/incentivo+online.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 258px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SZCZF_NWy7I/AAAAAAAAAG4/chn2qPT0740/s400/incentivo+online.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300905089560923058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cadastro para a Lei Rouanet, desde janeiro, pode ser feito pela internet, mas novo sistema acumula dúvidas e críticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Minuano, para o Cultura e Mercado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recente mudança no sistema de cadastro da Lei Rouanet, que agora é informatizado, acaba de completar um mês. Para fazer uma avaliação do novo sistema, Cultura e Mercado procurou algumas empresas do setor cultural que utilizam o apoio da lei de incentivo para captação de recursos. Desde o início de 2009, as propostas podem ser encaminhadas pela internet. O objetivo, segundo o Ministério da Cultura (MinC), é dar maior transparência ao processo, permitindo o acompanhamento e o monitoramento da concessão do benefício. Mas, o novo sistema já acumula dúvidas e críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo, ao menos entre os grandes proponentes, o uso da nova ferramenta parece ainda não ter decolado. Entre as sete empresas procuradas pela reportagem, apenas uma já havia utilizado o sistema informatizado, a Divina Comédia, agência de produção e assessoria de comunicação nas áreas de arte e entretenimento, que já produziu uma série de eventos gratuitos com recursos obtidos pela Lei Rouanet. Telefonica Trio Tons, Pão Music e Festival Claro Curtas são alguns exemplos. “Até o momento a avaliação é positiva”, diz Sergio Ajzemberg, diretor da empresa. “O cadastramento foi simples e tivemos resposta em menos de 24 horas sobre um documento que faltava”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da utilização ainda em pequena escala, superou a expectativa e o limite de espaço a quantidade de produtores e proponentes presentes em debate sobre o cadastro informatizado para a Lei Rouanet, promovido em meados de janeiro pela representação regional do MinC, na Cinemateca em São Paulo. Para a equipe de produtores da Móbile Cultural, empresa que ainda não utilizou o novo sistema, mas que esteve presente no encontro, o evento deveria ser realizado durante vários dias para atender todos os proponentes interessados. “O local estava lotado, a capacidade era de 200 lugares, mas tinha quase o dobro de pessoas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião, o MinC apresentou os mecanismos de preenchimento dos projetos e procurou esclarecer as dúvidas dos participantes. Segundo os produtores da Móbile Cultural, o sistema ainda apresentava falhas e precisava de ajustes em vários pontos. “Não achamos positivo um sistema entrar em vigor ainda incompleto, sendo que o antigo (a inscrição via protocolo nas secretarias regionais) já não é mais aceito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Móbile Cultural realizou em 2008, com incentivo da Lei Rouanet, a exposição “Bossa’ 50″, da Rádio Eldorado, no Pavilhão da Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera. Com entrada gratuita, a mostra recebeu a visita de mais de 35 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Test Drive&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na página do MinC, um usuário entrevistado, identificado como o primeiro a utilizar o novo sistema, elogia a mudança para envio de propostas. Entretanto, logo em seguida, dezenas de comentários criticam e apontam falhas no formulário eletrônico. A reclamação que mais se repete aponta problemas nas planilhas, como falta de campos de preenchimento nas áreas orçamentária, administrativa, de recolhimento, entre outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros problemas recorrentes entre os usuários do novo sistema são falta de itens importantes, que impossibilitam o envio da proposta, a lentidão no sistema e a falta de atendimento por e-mail ou telefone. Questionado sobre o volume de cadastros pelo sistema, chamado de Salicweb, a regional do MinC em São Paulo afirmou não ter acesso aos números. A equipe da Secretaria de Fomento e Incentivo do MinC, em Brasília, responsável pelo cadastro online, também não foi localizada até o fechamento desta reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que, além do encaminhamento eletrônico, continua válido o envio de propostas por meio dos Correios. Neste caso, segundo o MinC, o novo formulário deverá ser preenchido e encaminhado junto com a documentação solicitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultura e Mercado procurou outros cinco proponentes que captam recursos pela lei de incentivo. Por meio de suas assessorias de imprensa, a Bienal de São Paulo e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) optaram por não se manifestar e informaram não ter feito ainda nenhum cadastramento da Lei Rouanet por meio do novo sistema implantado. A empresa de produção cultural Base7 informou apenas que já se cadastrou, mas que até o momento não havia utilizado para envio de propostas. As ONG’s ImageMágica e Doutores da Alegria também foram procurados, mas não atenderam a reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta quinta-feira, 5, foi realizado um videochat na página do MinC, em mais uma iniciativa para esclarecimento de dúvidas. Um vídeo com as respostas de Evaristo Nunes, da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, está disponível no site do ministério. Nunes informou durante o encontro virtual que eventos presenciais para explicar o funcionamento do cadastro informatizado, como o que ocorreu em São Paulo, serão realizados em outros estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima quarta-feira,11, é a vez do Rio de Janeiro, o evento será no Palácio Capanema, na Funarte, às 14h. Em seguida, de acordo com agenda da equipe divulgada no chat, serão Pernambuco, Bahia e Belém. “Queremos ampliar os canais do MinC com os proponentes”, observou Nunes. Porém, o atendimento aos usuários permanece pelo e-mail informe.sefic@cultura.gov.br. Sobre a demora nas respostas, Nunes explicou que “nem sempre é feito no mesmo dia, porque algumas questões são mais complexas que outras”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reforma da lei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, o debate sobre as mudanças na lei Rouanet entram na reta final. O governo pretende levar ao Congresso, em fevereiro, um projeto de lei com novas regras e critérios para a renúncia fiscal. O tema ganha novos contornos com a crise econômica. Neste ano, por exemplo, o volume de recursos captados por meio da Lei Rouanet deve sofrer redução. Estimativas apontam cifras em torno de R$ 700 milhões, devido ao encolhimento dos lucros de grandes empresas. Número que deve arrepiar os cabelos de muito produtor cultural e acirrar a disputa pelos recursos. Em 2008, foram R$ 974 milhões arrecadados por meio da lei federal de incentivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Ajzemberg, da Divina Comédia, que acompanha o debate em torno da reforma da lei, defende a importância do incentivo federal para formalizar o setor cultural. “Ela foi responsável por um aumento significativo da empregabilidade na área de entretenimento”. Atualmente, cerca de 5.000 empresas utilizam o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Mas para um melhor desempenho do setor cultural, o produtor concorda que são necessárias mudanças importantes. “Além da atenção às diferenças regionais, é preciso destravar a burocracia e colocar mais profissionais no processo produtivo”, diz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-5978760272765553651?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/02/incentivo-online.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SZCZF_NWy7I/AAAAAAAAAG4/chn2qPT0740/s72-c/incentivo+online.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-3005884551329015064</guid><pubDate>Wed, 28 Jan 2009 00:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-27T22:59:40.927-02:00</atom:updated><title>Galeria Vermelho</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SX-tk6NDhsI/AAAAAAAAAGw/kh1wGK-Yirs/s1600-h/PH+galeria+vermelho.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SX-tk6NDhsI/AAAAAAAAAGw/kh1wGK-Yirs/s320/PH+galeria+vermelho.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296142536421902018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-3005884551329015064?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/01/galeria-vermelho.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SX-tk6NDhsI/AAAAAAAAAGw/kh1wGK-Yirs/s72-c/PH+galeria+vermelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-6965336202949604841</guid><pubDate>Wed, 21 Jan 2009 17:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-21T16:02:58.653-02:00</atom:updated><title>Ocas</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SXdjJtod1zI/AAAAAAAAAGg/vGSFgcFGv8Y/s1600-h/ocas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 166px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SXdjJtod1zI/AAAAAAAAAGg/vGSFgcFGv8Y/s320/ocas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293808905516603186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-6965336202949604841?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2009/01/ocas.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SXdjJtod1zI/AAAAAAAAAGg/vGSFgcFGv8Y/s72-c/ocas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-1378364016848797071</guid><pubDate>Mon, 06 Oct 2008 23:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-06T20:22:36.234-03:00</atom:updated><title>Em fase de transição, Pixel Media reduz lançamentos</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SOqbimaUm3I/AAAAAAAAAEw/0D-8Mwsilmw/s1600-h/capa_exmachina01_encadernado_baixasmall.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SOqbimaUm3I/AAAAAAAAAEw/0D-8Mwsilmw/s320/capa_exmachina01_encadernado_baixasmall.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254182934009912178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fase de transição e a espera de novidades em relação a Conrad, o selo de quadrinhos Pixel Media coloca nas bancas Ex Machina Símbolo Completo (150 páginas  R$ 17,90), que em breve entrará nas páginas da Pixel Magazine se revezando com DMZ e Frequência Global – que também tem um encadernado chegando as bancas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex Machina é uma série criada por Brian K. Vaughan e Tony Harris em 2004 e que foi um dos maiores sucessos do ano do selo Wildstorm. Nela, são apresentados Mitchell Hundred, também conhecido como a Grande Máquina, o primeiro e único super-herói do mundo. A trama se passa quando ele deixou o uniforme para trás e se tornou prefeito de Nova York. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em destaque, o cenário político em que ele se envolve e também os mistérios que cercam seus poderes ao mesmo tempo em que a trama principal é entrecortada por flashbacks do passado dele. O álbum encaderna a minisérie lançada no ano passado e mostra o prefeito Mitchell Hundred tomando uma das decisões mais polêmicas de sua carreira e, enquanto a prefeitura tem que lidar com as conseqüências, algo sobrenatural que pode ter ligação com o passado da Grande Máquina começa a atacar o metrô de Manhattan.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SOqbyMMzbjI/AAAAAAAAAE4/T-Didt56xzU/s1600-h/capa_pixelmag_18_baixasmall.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SOqbyMMzbjI/AAAAAAAAAE4/T-Didt56xzU/s320/capa_pixelmag_18_baixasmall.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254183201851797042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra que acaba de ser lançada é a Pixel Magazine 18 (96 págs.,R$ 10,90), que completa um ano e meio de publicação. Na edição, o final de mais um arco de DMZ, uma trama nervosa de Freqüência Global, a trama de Y começando a se desenrolar e Constantine de volta a um bar numa preparação pras próximas tramas que virão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-1378364016848797071?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/10/em-fase-de-transio-e-espera-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SOqbimaUm3I/AAAAAAAAAEw/0D-8Mwsilmw/s72-c/capa_exmachina01_encadernado_baixasmall.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-6315684121165817952</guid><pubDate>Sat, 13 Sep 2008 18:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-13T15:27:55.623-03:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SMwFue_JM8I/AAAAAAAAAEo/zp-0_Huy6jg/s1600-h/CRUMB+02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SMwFue_JM8I/AAAAAAAAAEo/zp-0_Huy6jg/s320/CRUMB+02.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245573962129814466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-6315684121165817952?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/09/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SMwFue_JM8I/AAAAAAAAAEo/zp-0_Huy6jg/s72-c/CRUMB+02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-1719183071492822520</guid><pubDate>Fri, 29 Aug 2008 15:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-29T12:18:36.751-03:00</atom:updated><title>Folk This Town com Holger e Music Settlement dia 31 no Bar B</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SLgTHwSUWiI/AAAAAAAAAEg/ZyTaDSb-7sw/s1600-h/flyer31-08.jpg.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SLgTHwSUWiI/AAAAAAAAAEg/ZyTaDSb-7sw/s320/flyer31-08.jpg.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239959190387317282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A primeira festa de folk e afins de São Paulo está de volta. Fechando agosto no próximo domingo, dia 31, foram escalados o quinteto Holger, com seu folk-rock-espacial, e as ambiências acústicas do Music Settlement. Formada há quase dois anos, a banda paulistana Holger nasceu a partir de um projeto musical chamado That’s All Folks, onde amigos de diversas bandas como Efeito Colateral, Cagedream e projeto: (além de integrantes itinerantes) gravavam músicas espontâneas, sem ensaio, com elementos de folk, country, indiepop e neofolk. O projeto evoluiu para uma banda com cinco integrantes, que juntaram à mistura influências de artistas como Pavement, Broken Social Scene e Flaming Lips. Com o EP de estréia prometido para setembro, o Holger preparou um repertório acústico especial para a Folk This Town. Music Settlement é o projeto solo do músico/ produtor/ lenda viva Eduardo Ramos. No final de 2007, depois de passar anos viajando pelo mundo e trabalhando com bandas daqui e de fora do país, Eduardo chegou a pensar em parar de tocar. Porém redescobriu o violão, e, aliado a outros instrumentos de mão como o glockspiel, escaleta e sanfona, montou o Music Settlement, em homenagem a uma escola que conheceu em Chicago. O projeto já tem um álbum pronto (Madeleine), que deve ser lançado em setembro pelo selo Midsummer Madness. Eduardo, sempre contando com os amigos, se apresenta na Folk This Town ao lado de Sergio Ugeda, num set acústico e inédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa:&lt;br /&gt;Tem festa pra tudo em São Paulo, não? Anos 90, electro-punk-house, hardcore caipira. Mas a metrópole não tem nenhuma noite dedicada ao folk e outras manifestações mais “tranqüilas” de música. Quer dizer, não tinha. A festa Folk This Town, agora no projeto no Bar B, centro de São Paulo, abre espaço para os violões, sussurros e um clima mais intimista. O projeto continua rolando  quinzenalmente, aos domingos às 18h00.&lt;br /&gt;Na discotecagem, canções de gente como Grenade, Grateful Dead, The National, Neil Young, Belle &amp; Sebastian, The Band, Cat Power, Moldy Peaches, The Byrds, Neutral Milk Hotel, Big Star, Bob Dylan, Son Volt, Belle &amp; Sebastian, Nick Drake, Will Oldham e outros heróis do violão (plugado ou não). Os shows começam às 20h.&lt;br /&gt;Folk This Town com Holger e Music Settlement&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bar B&lt;br /&gt;Rua General Jardim, 43 (a 100m do metrô República)&lt;br /&gt;Tel: 3129-9155&lt;br /&gt;Dia 31/08 (domingo)&lt;br /&gt;A partir das 18h&lt;br /&gt;Entrada: R$ 5,00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-1719183071492822520?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/08/folk-this-town-com-holger-e-music.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SLgTHwSUWiI/AAAAAAAAAEg/ZyTaDSb-7sw/s72-c/flyer31-08.jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-365971370224424840</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2008 15:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-21T15:23:13.734-03:00</atom:updated><title>“O Abajur Lilás” estreía na Mostra Plínio Marcos, em SP</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SK2NXM31zBI/AAAAAAAAAEY/G_qmgE8cMig/s1600-h/abajur.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SK2NXM31zBI/AAAAAAAAAEY/G_qmgE8cMig/s320/abajur.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236997371433700370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“Ninguém é malandro por vocação, mas por necessidade. Se o cara não consegue estudar, se não arranja logo trabalho, tem que aprender a se virar pra não morrer de fome.” O diágnóstico é do mestre Plínio Marcos, o mais inquietante dramaturgo da história do teatro contemporâneo do país. A mostra em sua homenagem prossegue em São Paulo. Agora é a vez de “O Abajur Lilás”, que estréia nesta sexta-feira, 22, em São Paulo, com  direção de Fernanda Levy. A peça mostra o drama de três mulheres que sobrevivem como prostitutas a beira da marginalidade. Apesar das incontestáveis dificuldades deste cotidiano, tudo está como deveria. Até que um dia, tomada por um súbito acesso de raiva e o árduo desejo de provocar o proprietário do covil, uma delas quebra um abajur. Seu ato impulsivo inicia um grande conflito que aos poucos desemboca numa terrível tragédia. No elenco, Daniel Jorge, Luciana Espósito, Mari Nogueira, Paulo Américo, Renata Laurentino, Thiago Barros e Carolina Mesquita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;“O Abajur Lilás” &lt;br /&gt;De 22 de agosto a 07 de setembr de 2008 / Sextas e Sábados às 19h, Domingos às 18h.&lt;br /&gt;TUSP - Teatro da USP / Rua Maria Antônia, 294 – Consolação – Tel. 3255 7182 r. 41 e 53&lt;br /&gt;Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia) / Classificação: 16 anos.&lt;br /&gt;A bilheteria abre duas horas antes do espetáculo&lt;br /&gt;Ficha técnicas, imagens e mais informações: www.oautornapraca.com.br/pliniomarcos &lt;br /&gt;Site oficial do Plínio Marcos: www.pliniomarcos.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-365971370224424840?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/08/o-abajur-lils-estrea-na-mostra-plnio.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SK2NXM31zBI/AAAAAAAAAEY/G_qmgE8cMig/s72-c/abajur.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-8690909604628801714</guid><pubDate>Tue, 19 Aug 2008 21:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-20T00:13:52.558-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Livros</category><title>Cultura das drogas é tema de livro lançado na Bienal de SP</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SKtAoy3FpFI/AAAAAAAAAEQ/SvyeTa2ZWRY/s1600-h/Capa_Livro_Drogas_e_Cultura_Fapesp.jpg.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SKtAoy3FpFI/AAAAAAAAAEQ/SvyeTa2ZWRY/s320/Capa_Livro_Drogas_e_Cultura_Fapesp.jpg.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236350061340107858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi lançado nesta semana na Bienal de SP, o livro "Drogas e Cultura: Novas Perspectivas", dos pesquisadores Beatriz Caiuby Labate, Sandra Goulart, Maurício Fiore, Edward MacRae e Henrique Carneiro (Editora EDUFBA, com apoio do MinC e Fapesp). Veja a apresentação do livro, escrita pelos ex-ministro da Cultura, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gilberto Gil&lt;/span&gt;, e o ministro interino, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Juca Ferreira&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns anos acompanhamos um saudável amadurecimento acadêmico das pesquisas e dos estudos sobre os usos de “drogas” no Brasil. São antropólogos, sociólogos, historiadores, médicos, juristas, economistas e tantos outros pesquisadores revelando facetas inusitadas sobre este fenômeno do nosso cotidiano e freqüente nas nossas manchetes midiáticas. O livro Drogas e cultura: novas perspectivas representa uma síntese desse amplo movimento intelectual que oferece uma abordagem biopsicossocial dos estudos sobre “drogas”, um movimento engajado em refletir o polêmico tema frente aos seus paradoxos; um movimento que visa a fecundar um debate público mais condizente com o pluralismo, a diversidade e a democracia que caracterizam nosso país. Necessitamos, portanto, salientar algumas implicações políticas das conclusões disseminadas por este livro.&lt;br /&gt;É preciso, primeiramente, tecer uma observação sobre o modo como o Estado brasileiro abordou e vem abordando esse fenômeno. O Estado intervém e determina uma política sobre as “drogas”, utilizando-se de duas atribuições fundamentais e inalienáveis: a regularização, sancionada por mecanismos legislativos, e a fiscalização, que obedece a normas penais previamente determinadas. Observamos que fomos juridicamente orientados pelos princípios do International Narcotics Control Board, fruto da Convenção da ONU de 1971. Esses princípios, devido ao contexto histórico de quando foram formulados, desconsideram algumas especificidades culturais das nações latino-americanas. Não reconhecem, por exemplo, as tradições culturais das populações indígenas e afro-descendentes, sobretudo os usos ritualísticos e culturais de algumas substâncias psicoativas (como a ayahuasca e a folha de coca). Ao desconhecer tais singularidades e ignorar os diversos contextos culturais, acaba-se por tratar de modo estanque e indiferenciado as distintas apreensões culturais e torna-se incapaz de distinguir as implicações dos diversos usos. O Ministério da Cultura, portanto, pode e deve dar visibilidade à dimensão cultural e afirmar o direito das populações brasileiras de usufruirem dos rituais xamânicos, das expressões indígenas e afro-descendentes – que reivindicam substâncias psicoativas para suas manifestações – e das festas religiosas contempladas pela nossa vasta diversidade cultural. Os usos de substâncias psicoativas inseridos em rituais religiosos ainda padecem, no Brasil e em inúmeros países, de dificuldades para afirmarem-se juridicamente.   &lt;br /&gt;A lei n. 11.343/06, que regulamenta as políticas brasileiras concernentes às “drogas”, diretamente infuenciada por aquela convenção da ONU, ainda não reconhece os usos culturais de certas substâncias psicoativas vinculadas a rituais, tampouco possui classificações e penalizações diferenciadas para os usos tradicionais de “drogas”. Numa frase: a atual legislação não contempla certas singularidades culturais. &lt;br /&gt;A diferenciação entre o consumo próprio – individual ou coletivo – e o tráfico ainda não foi totalmente estabelecida. A ausência de tal distinção acarreta um tratamento de desconfiança moral, policial e legal frente a todos os usuários de substâncias psicoativas, independente de seus hábitos e dos contextos culturais. Precisamos balizar de um modo mais atento e detalhado as relações entre os usos, o consumo, a circulação e os direitos privados dos cidadãos brasileiros. Talvez devamos repensar e reconsiderar a relação entre o Estado, as drogas e os direitos privados. Talvez este seja um passo imprescindível para o amadurecimento das políticas públicas relacionadas às “drogas”.&lt;br /&gt;Apesar do crescente reconhecimento da relevância de abordagens, estudos e pesquisas que enfatizam esses aspectos culturais do uso de “drogas”, ainda persiste uma tendência a atribuir maior legitimidade aos estudos sobre o assunto desenvolvidos no âmbito das ciências da saúde: como a medicina, a farmacologia e a psicologia.  As abordagens sociais tendem a ser levadas em consideração somente quando são realizadas no âmbito do crime, do tráfico, da violência urbana ou da pobreza, sendo desvalorizadas quando enfrentam diretamente a questão do uso de “drogas” e os usos culturais. A incapacidade de lidar com a complexidade do fenômeno das “drogas” e essa opção por um tratamento unilateral influencia o campo político, onde se percebe o empobrecimento das análises e a ausência dos aspectos socioculturais na concepção das políticas públicas direcionadas a elas.&lt;br /&gt;O Ministério da Cultura (MinC) vem defendendo a incorporação da compreensão “antropológica” das substâncias psicoativas, uma abordagem mais voltada para a atenção aos comportamentos e aos bens simbólicos despertados pelos diversos usos culturais das drogas. Desde 2004, o MinC vem reconhecendo o papel crucial desempenhado pela cultura e seus contextos na constituição dos efeitos produzidos pelo uso de “drogas”, tanto em nível individual quanto social. Optamos por exercer um papel propositivo na elaboração da atual política nacional sobre a matéria, reivindicando, por exemplo, um lugar no Conselho Nacional Antidrogas (CONAD) e participando ativamente de suas deliberações, buscando sempre a ênfase na redução dos danos. &lt;br /&gt;O livro Drogas e cultura: novas perspectivas expressa uma valorização do papel das ciências humanas na reflexão sobre o tema das drogas e, paralelamente, procura relacionar esta análise a um extenso conjunto de discussões. Dessa forma, os artigos que compõem o presente livro abordam o uso desse tipo de substância em contextos culturais e históricos diversos. Indicam que, longe de se limitar a um vínculo com o problema da violência ou da criminalidade social, o consumo de “drogas”, desde sempre, remeteu a várias esferas da vida humana, ligando-se a fenômenos religiosos, movimentos de construção (ou reconstrução) de identidades de minorias sociais, étnicas, geracionais, de gênero, ou ainda a produções estéticas. No livro, estudiosos partem de diferentes disciplinas e trajetórias de pesquisas enfocando os cenários socioculturais que envolvem o seu uso. Aponta-se, deste modo, que fatores de ordem moral e cultural possuem uma ação determinante na constituição de padrões reguladores ou estruturantes do consumo de todos os tipos de “drogas”. Escapa-se de uma visão simplista sobre o assunto, destacando que o tema deve ser abordado preferencialmente de uma perspectiva multidisciplinar, já que a sua compreensão envolve a consideração de diversos aspectos, como os farmacológicos, psicológicos e socioculturais. Não se trata, portanto, de colocar a perspectiva das ciências humanas como a mais relevante, nem de desconsiderar os riscos e as complexidades bioquímicas do uso dessas substâncias, mas de abrir mais espaço para esse tipo de reflexão na discussão sobre as drogas na atualidade. &lt;br /&gt;Estamos no terreno das culturas; todas elas partem da enorme diversidade de práticas, representações, símbolos e artes que habitam o Brasil. Para o bem e para o mal, as “drogas” são e estão na cultura. Ou melhor, nas culturas e, portanto, não podem ser entendidas fora delas.&lt;br /&gt;Este livro estimula a refletir com mais atenção sobre os diversos usos das drogas pelas populações. Essa diversidade de usos e consumos é o espelho da nossa própria diversidade cultural. Nossos pesquisadores e nossa legislação devem, em alguma medida, levar em consideração a dimensão cultural para cunhar políticas públicas mais eficazes e mais adequadas à contemporaneidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-8690909604628801714?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/08/cultura-das-drogas-tema-de-livro-lanado.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SKtAoy3FpFI/AAAAAAAAAEQ/SvyeTa2ZWRY/s72-c/Capa_Livro_Drogas_e_Cultura_Fapesp.jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-725532246794356498</guid><pubDate>Sun, 10 Aug 2008 18:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-11T00:42:06.119-03:00</atom:updated><title>Ajuda aos guaranis do Jaraguá</title><description>Ocorreu no último dia 07 de agosto um incêndio na Aldeia Guarani do Jaraguá. Quem puder ajudá-los, entre em contato pelo fone 3902 3682, ou direto na Rua Comendador José de Matos, 458, Jaraguá. Reginaldo Prado – Programa de Participação Comunitária Norte – MNMP - Escritório Regional de Pirituba Tel. 3908 5032 / Fax: 39085034 / Celular 88335396.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-725532246794356498?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/08/ajuda-aos-guaranis-do-jaragu.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-4121638115707249554</guid><pubDate>Fri, 01 Aug 2008 20:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-01T17:54:01.998-03:00</atom:updated><title>Mostra em SP presta homenagem a Plínio Marcos</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_g7c0-LPpYOA/SJN3lqWsySI/AAAAAAAAAEI/eSflL2bGi38/s1600-h/flyer_dois_perdidos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_g7c0-LPpYOA/SJN3lqWsySI/AAAAAAAAAEI/eSflL2bGi38/s320/flyer_dois_perdidos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229655081215641890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-4121638115707249554?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/08/mostra-em-sp-presta-homenagem-plnio.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_g7c0-LPpYOA/SJN3lqWsySI/AAAAAAAAAEI/eSflL2bGi38/s72-c/flyer_dois_perdidos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-1667424101350273005</guid><pubDate>Thu, 31 Jul 2008 21:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-31T18:28:12.280-03:00</atom:updated><title>Luta do cinema nacional por espaço ganha força na web</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_g7c0-LPpYOA/SJIuXAaX-5I/AAAAAAAAAEA/apn-1uGXn7w/s1600-h/murilosallesdirigeleandraleal.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_g7c0-LPpYOA/SJIuXAaX-5I/AAAAAAAAAEA/apn-1uGXn7w/s320/murilosallesdirigeleandraleal.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229293090113059730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O cinema brasileiro também pode se valer das ações coletivas na rede virtual para sua antiga luta por espaço e público. A internet foi o principal veículo de divulgação para o cineasta carioca Murilo Salles na estratégia de lançamento de seu longa “Nome Próprio”, baseado nos livros “Máquina de pinball” e “Vida de gato”, da escritora gaúcha Clarah Averbuck. O filme se passa em 2001, quando os primeiros blogs ainda começavam a aparecer na internet. Dez dias antes da estréia, em meados de julho, o diretor distribuiu 200 emails para amigos e conhecidos, pedindo para que repassassem outras dezenas de mensagens, com uma carta, quase desesperada de Salles, falando da dificuldade em manter um filme em cartaz além da primeira semana, superando a concorrência das produções americanas. "Nome Próprio" estreou em 12 cinemas brasileiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-1667424101350273005?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/07/luta-do-cinema-nacional-por-espao-ganha.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_g7c0-LPpYOA/SJIuXAaX-5I/AAAAAAAAAEA/apn-1uGXn7w/s72-c/murilosallesdirigeleandraleal.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-479258281543040346</guid><pubDate>Tue, 06 May 2008 18:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-06T15:13:16.683-03:00</atom:updated><title>Balanço bibliográfico sobre religiões ayahuasqueiras é lançado em São Paulo</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SCCflKvEKaI/AAAAAAAAADo/MkTQe_V9XPs/s1600-h/Convite_Lan%C3%A7amento_Livreto_Balan%C3%A7o_Bibliogr%C3%A1fico.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SCCflKvEKaI/AAAAAAAAADo/MkTQe_V9XPs/s320/Convite_Lan%C3%A7amento_Livreto_Balan%C3%A7o_Bibliogr%C3%A1fico.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197329430871288226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O livro "Religiões Ayahuasqueiras: Um Balanço Bibliográfico", que será lançado no próximo dia 08 de maio, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, a partir das 18h30, pretende ser uma espécie de manual sobre as religiões ayahuasqueiras e dirige-se tanto a especialistas quanto a leigos que se interessam pelo assunto. A obra está estruturada em três partes. A primeira consiste em uma introdução panorâmica da história das religiões ayahuasqueiras do Brasil: &lt;i&gt;Santo Daime&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Barquinha,&lt;/i&gt; &lt;i&gt;União do Vegetal&lt;/i&gt; e suas múltiplas vertentes. Apresenta também uma avaliação comentada das principais publicações dedicadas a estas religiões, destacando as características, tendências e perspectivas centrais desta área de pesquisa. Na segunda parte, discutem-se as mais significativas investigações farmacológicas, psiquiátricas e psicológicas que já foram produzidas no contexto destes movimentos. Tenta-se aqui estabelecer criticamente os resultados, contribuições e limites de tais investigações. A última parte oferece, então, uma bibliografia o mais exaustiva possível sobre o tema, proveniente de todo o mundo, e dá atenção não apenas à produção acadêmica, mas também a textos que surgiram no quadro das próprias religiões ayahuasqueiras. A expansão de tais movimentos religiosos pelo mundo nas últimas décadas causou um &lt;i&gt;boom&lt;/i&gt; de estudos a seu respeito, para o entendimento do qual &lt;i&gt;Religiões Ayahusqueiras: um balanço bibliográfico&lt;/i&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;é uma obra de referência indispensável. &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"&gt;Serviço:&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"&gt;Autores: &lt;i&gt;Beatriz Caiuby Labate&lt;/i&gt;, Doutoranda em Antropologia pela UNICAMP, &lt;i&gt;Isabel Santana de Rose&lt;/i&gt;, Doutoranda em Antropologia pela UFSC, &lt;i&gt;Rafael Guimarães dos Santos&lt;/i&gt;, Doutorando em Farmacologia na Universidade Autônoma de Barcelona. Pesquisadores do NEIP (Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos, &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.neip.info/"&gt;www.neip.info&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;). &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Editora Mercado de Letras, Campinas/SP&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Tel: (19) 3241 7514&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;(Apoio FAPESP)&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;ISBN 978-85-7591-088-7&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Formato: 14 x 21 cm, ilustrado&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;192 pp.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Informações:&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.mercado-de-letras.com.br/"&gt;http://www.mercado-de-letras.com.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="mailto:livros@mercado-de-letras.com.br"&gt;livros@mercado-de-letras.com.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-479258281543040346?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/05/balano-bibliogrfico-sobre-religies.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SCCflKvEKaI/AAAAAAAAADo/MkTQe_V9XPs/s72-c/Convite_Lan%C3%A7amento_Livreto_Balan%C3%A7o_Bibliogr%C3%A1fico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-9164585472391442785</guid><pubDate>Fri, 25 Apr 2008 05:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-25T02:49:56.100-03:00</atom:updated><title>Show de estréia de Stephanie Toth e o escocês James Orr Complex na Folk This Town</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SBFwTqvEKZI/AAAAAAAAADg/TWp89AA6Apo/s1600-h/flyer27-04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193055328526412178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SBFwTqvEKZI/AAAAAAAAADg/TWp89AA6Apo/s320/flyer27-04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com duas atrações de peso – apresentação de estréia da garota folk Stephanie Toth e o show do escocês James Orr Complex – a festa quinzenal Folk This Town é a melhor pedida para relaxar e recarregar as energias depois da Virada Cultural.&lt;br /&gt;Uma das revelações do ano no folk nacional, a adolescente &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.myspace.com/stephanietothmusic" target="_blank"&gt;Stephanie Toth&lt;/a&gt; já é habitué dos cadernos culturais. Com uma voz comparável à de Cat Power, suas canções intimistas fazem referência a artistas como Tim Kasher (Cursive) e Elliott Smith – aliás, foi com uma cover de Smith que ela ganhou o primeiro lugar na categoria Melhor Vocalista no Concurso de Bandas da Cultura Inglesa. Em apresentação praticamente solo (com o apoio de Eduardo Ramos no baixo em algumas músicas), Stephanie promete para o show composições inéditas, covers dos ídolos Bright Eyes e Belle &amp;amp; Sebastian, entre outras surpresas.&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.myspace.com/thejamesorrcomplex" target="_blank"&gt;James Orr Complex&lt;/a&gt; é o projeto-solo folk do escocês Chris Mack, vocalista da banda &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.myspace.com/eskarock" target="_blank"&gt;Eska&lt;/a&gt; (por onde já passou Stuart Braithwaite, do Mogwai), hoje residente no Brasil. Tocando soberbamente um violão com afinações inusitadas, James Orr Complex soa como um Nick Drake influenciado por Sonic Youth e Slint. Seu primeiro álbum,&lt;br /&gt;Chori's Bundle, saiu pela gravadora escocesa Rock Action, e o levou a tocar com gente como Cat Power, Boonie "Prince" Billy e Shellac, além de festivais como o All Tomorrow Parties e o School's Out (com curadoria do Belle &amp;amp; Sebastian). Mack está para lançar o segundo álbum do James Orr Complex, Com Favo, e atualmente se diz também influenciado por música africana e brasileira, incluindo o violonista Baden Powell.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://folkthistown.wordpress.com/" target="_blank"&gt;http://folkthistown.wordpress.com/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Santa Augusta Bar, Rua Augusta, 976, Tel: 3255-9905, dia 27/04 (domingo) a partir das 18h (primeiro show às 20h), entrada: R$ 5,00&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-9164585472391442785?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/04/show-de-estria-de-stephanie-toth-e-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SBFwTqvEKZI/AAAAAAAAADg/TWp89AA6Apo/s72-c/flyer27-04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-2433735828201220722</guid><pubDate>Sun, 20 Apr 2008 19:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-20T22:18:41.135-03:00</atom:updated><title>VIDA LOUCA, VIDA INTENSA - UMA VIAGEM PELA CONTRACULTURA</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SAuhO0QV7GI/AAAAAAAAADY/cNo5IKPqGgk/s1600-h/sesc_contracultura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191420271392058466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SAuhO0QV7GI/AAAAAAAAADY/cNo5IKPqGgk/s320/sesc_contracultura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A partir de uma exposição cenográfica, o evento faz uma viagem pela contracultura, dos beatniks ao movimento punk, passando ainda pelo psicodelismo e pelo tropicalismo. Cinema, seminários, performances, shows musicais e teatro compõem a programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que motivou o evento é óbvio. Em 2008, se comemora os 40 anos do lendário Verão do Amor, que redefiniu o comportamento político-cultural, gerando influências e tendências que reverberam até hoje pelo mundo todo. Em resumo, a contracultura representa um ideário que questiona todos os valores instituídos e prega a expressão libertária. O evento Vida Louca-Vida Intensa: Uma Viagem pela Contracultura, pretende resgatar e celebrar esse legado, sua trajetória, influências e desdobramentos até o moemento atual . Como estilo de mobilização e contestação social, a Contracultura, que é reflexo do movimento beatnik dos anos 50 e do advento do rock’n’roll, desapega-se às convenções e engloba o alternativo, o marginal e o underground. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para quem se interessar pelo assunto, o evento traz mesas de debate, exposição de cartazes, capas de discos, e periódicos da imprensa underground, e ainda a exibição de uma seleção caprichada de filmes, que apontam para diferentes aspectos artísticos do movimento. Shows com bandas brasileiras e uma internacional também faz parte da mostra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filmes abraçam o período que vai de 1963, com trabalhos do escritor beat William Burroughs em parceria com Bryon Gysin, a 1975, com a rara exibição de Coonskin, um retrato do negro na América feita por Ralph Bakshi (de “Fritz, o Gato”), que mistura animação e cenas reais com figuras como o cantor Barry White. Exceções temporais são dois documentários biográficos, o trabalho de longo prazo do sempre experimental Jonas Meka, Scenes from the Life of Andy Warhol, 1966-82 e, como única ficção posterior ao período, Almoço Nu (Naked Lunch), de David Cronenberg, um autêntico filho do movimento. Lindsay Anderson (Se), Roger Corman (Viagem ao Mundo da Alucinação), Serge Gainsbourg (Melody), Dennis Hopper (Sem Destino), e Alejandro Jodorowsky (A Montanha Sagrada), são outros importantes filmes que serão exibidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as mesas de debate, estão listados os seguintes temas: O Que é Contracultura/Tropicália &amp;amp; Mutantes: Um Exercício em Antropofagia/Contracultura e Multiculturalismo: A Voz Sussurrante do Oriente/Contracultura e Violência Revolucionária/Das Vanguardas À Rebeldia Estradeira dos Beatniks/A Inteligência do Irracional: Huxley, Leary, Castaneda, McKeena, Anton Wilson/Contracultura e Minoria: Gênero, Cor, Colapso/Beatles, do encanto ao Desencanto: Indústria e Provocação/Flash-Fusion-Fluxo: A Inlfuência Lisérgica nas Artes/A Verdade Mimeografada: Imprensa e Literatura Alternativas/Contracultura no Norte e Nordeste: Um Segredo bem Guardado/A Experiência Tropicalista em Londres. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cerca de 25 convidados foram confirmados, nomes referência na cultura brasileira. É o caso do poetas, Cláudio Willer, Roberto Piva, Chacal, o escritor João Silvério Trevisan, o artista plástico Antonio Peticov, o historiador e curador Nelson Aguilar, além de outros ativistas, artistas, intelectuais e jornalistas de relevância na cena multimídia como Luis Carlos Maciel, Ana Maria Bahiana, Rogério de Campos, Alex Antunes, Sergio Cohn, Xico Sá, Joel Macedo, Rogerio Skylab, Arthur Veríssimo, Ciro Pessoa, Alberto Marsicano, Cláudio Prado, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensadores contemporâneos e obras extemporâneas reabrem em Vida Louca-Vida Intensa a discussão em torno dos ideais igualitários e libertários da Contracultura, que se aproveitaram da comunicação de massa edificada pelo capitalismo para subverter qualquer limite. A arte como extensão humana não deve nem sequer sonhar com limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Área de Convivência. Terça a sábado, das 10 às 21h. Domingos e feriados, das 10h às 20h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curador e idealizador: Eduardo Beu&lt;br /&gt;Mediador das mesas: Alex Antunes&lt;br /&gt;Realização: SESC Pompéia&lt;br /&gt;De 15 de Abril a 22 de junho de 2008.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(com informações da assessoria do Sesc Pompéia) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-2433735828201220722?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/04/vida-louca-vida-intensa-uma-viagem-pela.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/SAuhO0QV7GI/AAAAAAAAADY/cNo5IKPqGgk/s72-c/sesc_contracultura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-3216297945442782377</guid><pubDate>Thu, 10 Apr 2008 18:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-10T15:47:37.501-03:00</atom:updated><title>Rômulo Fróes e However na Folk This Town – 13/04</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/R_5gvD53rII/AAAAAAAAADQ/uX_X-mHfHxg/s1600-h/flyer13-04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187690182395538562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/R_5gvD53rII/AAAAAAAAADQ/uX_X-mHfHxg/s320/flyer13-04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A Folk This Town continua desafiando os limites do que pode ser chamado de "folk music" – e para isso, nada melhor do que um show de uma das manifestações musicais mais populares no Brasil, o samba. Claro que não pode ser qualquer samba, e é por isso que convidamos o bamba &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.myspace.com/romulofroes" target="_blank"&gt;Rômulo Fróes&lt;/a&gt; para dedilhar suas tristes canções em formato acústico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fróes (que já foi capa da revista inglesa Time Out) se apresenta ao lado de Fábio Sá e Guilherme Held, tocando exclusivamente músicas de seu disco inédito, No Chão, Sem o Chão – canções como "Cala a Boca Já Morreu", "Peraí" e "Caveira". Influenciado por Caetano Veloso e Smiths, Dorival Caymmi e Echo &amp;amp; The Bunnymen, o cantor e compositor paulistano já tem dois discos na carreira: Calado, de 2005, e Cão, de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda de abertura é o &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.myspace.com/howeversongs" target="_blank"&gt;However&lt;/a&gt;, capitaneada pelo ex-Moving Stairs e aniversariante Rodrigo Sommer – responsável pelos já famosos cartazes da Folk This Town. Misturando influências do folk tradicional como Vashti Bunyan a artistas contemporâneos como Will Oldham e Elliott Smith, Sommer traz melodias intrincadas e arranjos sutis numa formação que conta com três violões, teclado e clarinete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rômulo Fróes e However na Folk This Town&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://folkthistown.wordpress.com/" target="_blank"&gt;http://folkthistown.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Augusta BarRua Augusta, 976Tel: 3255-9905Dia 13/04 (domingo)A partir das 18hPrimeiro show PONTUALMENTE às 20hEntrada: R$ 5,00&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-3216297945442782377?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/04/rmulo-fres-e-however-na-folk-this-town.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_g7c0-LPpYOA/R_5gvD53rII/AAAAAAAAADQ/uX_X-mHfHxg/s72-c/flyer13-04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-4451412845843715822</guid><pubDate>Thu, 13 Mar 2008 20:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-10T15:49:51.214-03:00</atom:updated><title>Sessão Youtube no Espaço Gafanhoto</title><description>A imagem não está uma belezura, mas vale dar uma conferida. Bem bacana o  Espaço Gafanhoto, do Cazé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6652baea8d56a51a" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DqAAAAIiSxp13MRsP2RXZVN7myjJMNlzIqBGXRGHip1K7aoM3TRiYXsLAQOhAns8Tv2PhiNZHm9KyZ64jAzTGrHS2XyduwKkF3IXtsDDGrFlkl6-BcYiSAtsx1IgHYYDlOroBelholLJ0AJ-2S_ATiNW4i0FzExqLaY2zDW23XcswbNcHAGA1-6_9fiwgAuVYNOOkROr8mIx3RL_NTDnkq-tLSdEbJovBkrMjMQI6nbuKETYN%26sigh%3DxwNqq8JONx2UtDpKp72OIqs8dtA%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;amp;nogvlm=1&amp;amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D6652baea8d56a51a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DcKHfMsLxv0clQ77cMi_msbWDf_4&amp;amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DqAAAAIiSxp13MRsP2RXZVN7myjJMNlzIqBGXRGHip1K7aoM3TRiYXsLAQOhAns8Tv2PhiNZHm9KyZ64jAzTGrHS2XyduwKkF3IXtsDDGrFlkl6-BcYiSAtsx1IgHYYDlOroBelholLJ0AJ-2S_ATiNW4i0FzExqLaY2zDW23XcswbNcHAGA1-6_9fiwgAuVYNOOkROr8mIx3RL_NTDnkq-tLSdEbJovBkrMjMQI6nbuKETYN%26sigh%3DxwNqq8JONx2UtDpKp72OIqs8dtA%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;amp;nogvlm=1&amp;amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D6652baea8d56a51a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DcKHfMsLxv0clQ77cMi_msbWDf_4&amp;amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-4451412845843715822?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><enclosure type='video/mp4' url='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=6652baea8d56a51a&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/03/sesso-youtube-no-espao-gafanhoto.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29163344.post-5459498381306680059</guid><pubDate>Thu, 06 Mar 2008 19:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-06T17:17:42.841-03:00</atom:updated><title>Brasil pode impedir entrada de espanhóis no país</title><description>Segundo reportagem da CBN, o governo brasileiro estuda a possibilidade de impedir a entrada de espanhóis no país, em resposta à retenção de cerca de 30 brasileiros no aeroporto de Madri. O chanceler Celso Amorim disse ter recebido com "profundo desagrado" a notícia de que os brasileiros não puderam entrar na Espanha. Eles foram isolados em uma sala e chegaram a ficar sem comer e beber água por quase dez horas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cbn.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.cbn.com.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29163344-5459498381306680059?l=carlosminuano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carlosminuano.blogspot.com/2008/03/brasil-pode-impedir-entrada-de-espanhis.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Minuano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>