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O dia que Raul subiu o morro e outras histórias

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Lançamento do livro Raul Seixas por trás das canções. Foto: Bruno Poletti O maluco beleza do berimbau e da percussão, mestre das culturas populares, meu "cumpadi" Dinho Nascimento se apresenta neste sábado, 23 a partir do meio-dia no Cardápio Musical da Feira de artes da Benedito Calixto a convite do parceiro Edson Lima do Espaço O Autor na Praça. Para quem não sabe Dinho é uma das fontes da biografia que escrevi, Raul Seixas por trás das canções (editora BestSeller). O percussionista me falou sobre o histórico dia em que o roqueiro baiano subiu o Morro do Querosene (na região do Butantã) e do papo que tiveram por lá. E antes que meus neurônios me traiam mais uma vez, justiça seja feita, o produtor e ativista cultural Edson Lima, também é fonte no livro, e  um incansável apoiador do projeto desde o início. Ele falou sobre o encontro que teve com o maluco beleza no Butantã, e sobre como ele estava puto por não ter sido chamado para a primeira edição do Rock in Rio. ...

Série mostra escalada do PCC

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O projeto de expansão do PCC não é de hoje. No fim dos anos 1990, quando as lideranças da facção começaram a ser transferidos para outros estados, os principais nomes do grupo já vinham discutindo a possibilidade de uma organização nacional do crime. A informação é do livro “A Guerra” (de Bruno Paes Manso e Camila Nunes Dias), sobre a escalada de uma das maiores facções criminosas do país. Um dos autores do livro, o jornalista Bruno Paes Manso, também é uma das fontes da série documental “PCC - Primeiro Cartel da Capital” . Com direção de João Wainer (diretor dos documentários "Junho - o mês que abalou o Brasil" e "Pixo"), produzida pelo selo MOV.doc, destinado a produções documentais do UOL. A série de quatro episódios que estreou nesta semana, é um daqueles filmes que a gente começa a ver e não consegue mais parar. Resultado de seis meses de apuração, com gravações em São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Rio Branco e Nápoles (Itália), é essencial par...

Silvero Pereira: um gay fora da sigla

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"Não me encaixo em sigla nenhuma", afirma o ator e diretor Silvero Pereira a Universa após ser questionado sobre o seu lugar de representação na comunidade LGBT. Ele recusa uma definição ou enquadramento de gênero baseado em alguma das letras, mas reconhece a importância de cada uma delas para o debate sobre diversidade sexual. E corrige o repórter: "O correto é LGBTQIA+". Ou seja, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros, queers, intersexuais, assexuais e mais.  Encontrei Silvero Pereira no Festival de Cinema de Vitória mês passado. Entre outras histórias, o ator me falou da perseguição que projetos com temática LGBT estão sofrendo no atual governo e da agenda agitada no cinema. Acaba de filmar mais um longa, após o premiado Bacurau, no qual vive uma drag hétero. Ele contou estar em busca de papeis onde sua sexualidade não seja determinante e se definiu "um gay fora da sigla".Veja a reportagem completa em https://www....

Vai ter mais bate-papo e toca Raul

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Muita gente me procurou dizendo "putz, queria ter ido no lançamento, mas não rolou", portanto, atendendo a pedidos, faremos mais um evento de lançamento do livro Raul Seixas por trás das canções em sampa, desta vez uma tarde de autógrafos no projeto O Autor na Praça, do parceiro Edson Lima, no mesmo modelo "anarcoraulseixista " do anterior com muita música e bate-papo. Logo menos mais detalhes por aqui [foto: Bruno Poletti].

Como a atriz Anne Celestino, do filme Alice Junior, se descobriu trans

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Fiz uma entrevista recentemente com a jovem Anne Celestino, que me contou como a adolescência [complicada para qualquer jovem] pode ser mais desafiadora para quem se descobre trans. Ela é protagonista do filme Alice Junior que conta uma história bem parecida com a que viveu na vida real. O longa está na programação do 27º Festival Mix Brasil. Tem uma sessão no domingo, 17, às 19h30 no Cine Sesc, no final de novembro o filme segue para o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com exibições nos dias 25 e 26, a estreia nos cinemas está prevista para março de 2020. E a minha reportagem pode ser lida no UOL https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2019/11/15/como-a-atriz-anne-celestino-do-mix-brasil-se-descobriu-adolescente-trans.htm

Nova biografia de Raul Seixas lembra de histórias inusitadas nos shows

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No ano em que a morte de Raul Seixas completa 30 anos, o cantor baiano tem momentos de sua vida contada na biografia "Raul Seixas - Por trás das canções", do jornalista Carlos Minuano. O autor explora a relação do roqueiro com o jogador Walter Casagrande e episódios pouco conhecidos como a turnê "Ouro de Tolo", em pleno garimpo na selva amazônica, além de revelar o desgosto de Raul ao se descobrir fora da escalação da primeira edição do Rock in Rio.  Matéria bem legal no blog de música da Adriana de Barros no UOL - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/colunas/adriana-de-barros/2019/10/16/loucuras-de-raul-seixas-sao-contadas-em-nova-biografia-do-musico.htm?cmpid=copiaecola

BestSeller lançará biografia de Raul Seixas

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O cantor e compositor baiano Raul Seixas foi uma incrível usina de criação. Viveu tão intensamente que, aos 44, quando partiu deste plano, deixou uma das obras mais marcantes da música brasileira. Seus versos e suas melodias são facilmente reconhecidos até mesmo pelas novas gerações de fãs do rock nacional. Ainda assim a vida pessoal ainda reserva surpresas. Alguns destes episódios ganham cores vivas em ‘Raul Seixas – Por trás das canções’, que a Editora BestSeller lança para lembrar os 30 anos da morte do maluco beleza, que morreu no dia 21 de agosto de 1989. Escrita pelo jornalista Carlos Minuano, a biografia trata da amizade dele com o ex-jogador e hoje comentarista esportivo Walter Casagrande e revela os bastidores da turnê Ouro de tolo, que teve apresentações em garimpos no interior do Pará, em 1985. Regada de álcool e drogas, Raul e seus companheiros começaram a aventura em plenos ares na cabine de um monomotor. Fã de Raul Seixas, o piloto permitiu que o cantor e o g...

Coleção reúne toda a obra teatral de Plínio Marcos

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Carimbado como maldito, o dramaturgo e escritor Plínio Marcos (1935-1999), certamente, foi muito mais do que isso. De fato, retratou como poucos marginais, prostitutas e desvalidos de todos os tipos, mas também escreveu sobre espiritualidade, musicais e até peças infantis. Tão extensa quanto desconhecida e dispersa, a produção do autor foi pela primeira vez sistematizada e organizada na recém-lançada coleção “Plínio Marcos — Obras Teatrais”, que traz, em seis volumes, 29 peças do autor, sendo 10 inéditas, nunca editadas em livro ou montadas, conforme conta o organizador do material e crítico literário, Alcir Pécora. Mas o restante da coleção também apresenta elementos novos, garante Pécora. “Do total de peças, não há nenhuma que não apresente alguma novidade, pois foram editadas seguindo rigorosamente a última modificação feita em vida pelo Plínio”. Segundo o organ...

O dia que eu bati o Jornal da Globo e a Sandy :)

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Segundo levantamento da audiência na noite de quarta-feira, dia 11/07, quando eu estive no ‘The Noite – com Danilo Gentili, falando sobre o livro Tons de Clô (editora Best Seller), a biografia que escrevi do estilista, apresentador e político, Clodovil, o programa, esteve na liderança na Grande São Paulo. No horário em que foi ao ar simultaneamente com o jornalístico da concorrente, das 00h32 à 00h36, a atração do SBT ficou com 7,4 de média contra 5,8, totalizando 28% de vantagem. Na média geral, da 00h32 às 01h38, enquanto Bial conversava com a Sandy, o ‘The Noite’ marcou 5,2 pontos de média, 19,2% de share e 8,1 pontos de pico. Na mesma faixa horária a emissora terceira colocada registrou 3,4 pontos de média com a exibição de um talk show e um religioso. Entrevista com Carlos Minuano no The Noite
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O problema é a droga de vida

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Cracolândia em 2014. Foto de Marcelo Camargo (Agência Brasil) A tentativa de internação coletiva dos viciados após a ação do último domingo revela a orientação da política de Doria. A ideia é recuperar a região, não as pessoas. Não há no horizonte desse governo nenhuma solução razoável do problema que grita no centro. Na minha opinião, falta as autoridades chamarem quem entende do assunto, ou seja uma equipe multidisciplinar para, junto com a sociedade, olharem para a questão da droga sem esse imediatismo tosco e midiático que esta sendo usado. Naquele cenário, feio e fedorento, estão escancaradas muitas de nossas mazelas, misérias, desesperos e aflições. E esse beco sem saída mostra nossa falência como sociedade e a incapacidade de todos para lidar com esse problema. O consumo da droga e suas consequências mais visíveis representam só uma camada superficial da questão. Falta olhar o que está abaixo dessa casca suja. Por trás desse câncer existe muita, mas muita infelicidad...

“Ralé é um filme sobre as minorias que reivindicam o direito de ser feliz”, diz Helena Ignez

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Carlos Minuano, para a revista Preview Era para ser um documentário, mas o filme Ralé se tornou outra coisa. “O momento atual transformou o rumo do roteiro e a ideia original” disse em entrevista à Revista PREVIEW a diretora Helena Ignez (Luz nas Trevas), que também atua no longa, ao lado do amigo, o músico Ney Matogrosso. O filme, de narrativa incomum, mistura xamanismo, gays e trans de todos os tipos, que se espalham de maneira, muitas vezes, desconexa nas várias camadas de Ralé. Mas ok, a ideia do longa realmente parece não ser mesmo a de explicar nada. No centro da história “muito louca” está a beberagem amazônica ayahuasca, chá alucinógeno usada em rituais indígenas e por grupos religiosos. Helena interpreta uma xamã que encontra um ex-­presidiário e viciado que se transforma ao conhecer a erva, personagem vivido por Ney Matogrosso.A inspiração para o filme, segundo a diretora, veio dos miseráveis da peça homônima do russo Maxim Gork (1868­ 1932). Ela conta ter ficado imp...

Livro reúne escritos marginais de padre "alternativo" que comia grilos

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Religioso esquisito sempre existiu, mas poucos chegam aos pés de Dom Gurgel, o padre das quebradas. Se hoje em dia o que muito se vê são padres cantando na televisão --e vendendo muitos discos--, Gurgel chegou a comer uma porção de grilos no programa do Silvio Santos, na década de 1970. Tudo para pagar o telhado de sua igrejinha na periferia de São Paulo. Ele registrou em livro muitas de suas histórias malucas, com um talento narrativo singular e uma pegada marginal. Parte desses escritos acaba de ganhar nova edição em "Agonia de um Padre Casado" (Editora Veneta). É preciso dizer que, apesar de esforçado, o padre Milton Gurgel Praxedes (1922-2004) nunca foi dos católicos mais convictos. Presepeiro como ninguém, amargou algumas prisões pelos motivos mais diversos: deserção, roubo de queijo e até participação, por engano, em uma rebelião. Ele também foi um dos primeiros cassados da ditadura, segundo o editor Rogério de Campos, organizador do livro. "Depois do Golpe de 64...

A estrela e a esperança

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Tive a sorte de conviver durante cerca de um ano no inicio da década de 1990 com o escritor e dramaturgo Plínio Marcos. O tarô era um assunto recorrente nas conversas que tivemos. Aliás, ele fez o que pode para me ensinar a ler esse oráculo misterioso. Ele ressaltava sempre que era um dos caminhos de autoconhecimento, jamais um sistema de adivinhação ou de previsão de futuro. Seria pretensão dizer que aprendi, mas lembro de algumas lições. Uma delas era sobre a esperança. Plínio dizia: “É a última que morre, mas quando morre, morremos com ela”. No baralho de Marselha, um dos mais antigos, a esperança é representada pela carta número 17, “A Estrela”. Ele gostava de temperar as conversas misturando historias do taro mitológico. No baralho mitológico, a carta da estrela se entrelaça a Pandora, que no mito grego abriu a caixa cheia de desgraças dada à humanidade por Zeus com a advertência de que nunca fosse aberta. Mas, além de linda, a jovem era, como toda mulher, muito curiosa e abr...

Conheça Canoa Quebrada, um dos principais destinos do litoral brasileiro

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Em dúvida sobre onde curtir o verão? Faça as malas e vá para Canoa Quebrada, no Ceará, um dos principais destinos do litoral brasileiro. Além do clima quente durante o ano todo, Canoa é uma terra de muitos encantos. Suas paisagens são tão diversas quanto belas, com falésias coloridas, dunas, rio, ventos, histórias e muito mar. (Confira galeria de fotos no fim do texto) A diversão é garantida a qualquer hora do dia. Até nas madrugadas, geralmente iluminadas e estreladas, aliás, fonte de inspiração do famoso símbolo da praia cearense: a lua crescente ao lado de uma estrela. Antiga aldeia de pescadores, hippies artesãos e viajantes, Canoa está localizada no município de Aracati, (que em tupi, significa ‘bons ventos’) a 164 quilômetros de Fortaleza. Broadway nordestina Uma dica por lá é gastar sola de chinelo passeando e conhecendo pessoas de todos os tipos e nacionalidades pelo charmoso e agradável centro de Canoa Quebrada, chamado oportunamente de Broadway, pela fama internaci...

Ameaçados, grupos teatrais lançam manifesto contra especulação imobiliária

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Carlos Minuano, UOL Ameaçados de fechar por causa da especulação imobiliária, grupos teatrais de São Paulo planejam reagir. A primeira investida articulada pela Cooperativa Paulista de Teatro e o Motim (Movimento de Teatros Independentes) está programada para ocorrer nesta semana. O manifesto "Em Defesa dos Territórios Culturais Ameaçados" deve ser lido durante ato público que reconhece 22 grupos teatrais como Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade de São Paulo. "Não é possível que o direito aos bens de mercado privado de poucos seja mais importante que o patrimônio cultural de muitos", diz um trecho do documento. O evento que acontece quarta, 17, a partir das 11h, no Centro Cultural São Paulo deve ficar marcado pelo primeiro protesto contra a situação de fragilidade em que se encontram grupos teatrais paulistas independentes, que no momento, correm potencial risco de perderem seus espaços. Foi o que ocorreu em novembro passado com o Núcleo Bartolomeu de D...

Retrospectiva 2013: Temática religiosa domina vendas de livros no Brasil

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Carlos Minuano Do UOL, em São Paulo O universo literário brasileiro fez barulho em 2013, especialmente no segundo semestre. Marcado pelo intenso embate entre escritores e artistas em torno da liberdade --ou não-- das biografias não autorizadas, o ano termina com uma autobiografia no topo da lista de livros mais vendidos: "Nada a Perder 2 - Meus Desafios Diante do Impossível" (Planeta), de Edir Macedo. Lançado em agosto, a obra escrita pelo líder evangélico em parceria com Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record, já ultrapassou a marca de 700 mil exemplares vendidos. A primeira parte da biografia do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e principal acionista da Rede Record já vendeu cerca de 1,4 milhão de cópias e permanece em quinto lugar no ranking do site PublishNews, que monitora as vendas de livrarias por todo o país. No primeiro livro, o evangélico repassa a trajetória espiritual e aborda questões pessoais. No segundo, detalha as investidas...

Copa do Mundo ameaça calendário de festivais de cinema em 2014

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A Copa do Mundo de 2014 está tirando o sono dos organizadores de mostras e festivais de cinema. Há um temor de que o calendário esteja em risco por causa da fuga do patrocínio de empresas que querem priorizar os investimentos no mundial de futebol, que acontecerá em junho e julho no Brasil. Entraves burocráticos em convênios com o MinC (Ministério da Cultura) e o pleito eleitoral que acontece no próximo ano agravam ainda mais o ambiente de crise. A atual conjuntura só piora o que já estava ruim, afirma Adriano Lima, organizador do Curta Canoa (Festival Latino-americano de Curtas Metragens) e integrante da diretoria do Fórum de Festivais. A edição deste ano do evento, que acontece há nove anos em Canoa Quebrada (CE), teve duas datas adiadas e foi realizado na última semana de novembro, com metade dos recursos previstos e programação esfaqueada. "Quase não conseguimos fazer", disse ele ao UOL. Lima lamenta a redução na programação. "Tivemos que ficar no básico, quase ...

"Guia Politicamente Incorreto" propõe jogar tomate na história ultrapassada

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Carlos Minuano Do UOL, em São Paulo Bomba! Dinamite pura! A história errou. E errou feio. Pacifistas famosos como Dalai Lama, Gandhi e Madre Teresa estão mais para vilões do que para símbolos da paz mundial, o capitalismo é melhor coisa que aconteceu no mundo, sobretudo para os pobres, a bomba de Hiroshima salvou milhões de japoneses, e grandes tiranos, como Hitler e Mussolini, são na verdade comunistas sem vergonha. E (quase) tudo é culpa de Marx. Essas e outras revelações bombásticas estão no recém-lançado "Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo" (Editora Leya), do jornalista Leandro Narloch. Do império romano aos fascistas do atual cenário politico brasileiro, o livro propõe "jogar tomates nas versões ultrapassadas da história". O imperador Nero, por exemplo, apesar de mais conhecido por sua crueldade e libertinagem, de acordo com a pesquisa de Narloch, foi um injustiçado. O jornalista desmascara ainda os fascistas da atualidade. Boa parte dele...

Quase parceiros

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Carlos Minuano Uma história pouco conhecida de Leminski é sobre sua 'quase' parceria na canção "Tô Tenso", dos irmãos Arrigo e Paulo Barnabé e Itamar Assumpção.  Paulo Barnabé conta que depois que se tornaram amigos em um boteco de Curitiba, e de se encontraram depois em shows e lançamentos de livros, ligou para o poeta em Curitiba para pedir uma ajuda.  "Estava escrevendo a música e passei a ele a letra, queria ela mais comprida", explica. Depois de uns dias Leminski mandou o complemento, que segundo Paulo Barnabé ficou muito bom. Mas o trecho acabou não sendo usado.  "Infelizmente eu perdi o papel. Naquela época não tinha internet, ficou difícil falar com ele sobre isso novamente, acabei deixando pra lá", justifica.  Outro lado de Leminski, desconhecido do grande público, é o período em que ele e a companheira, a poeta Alice Ruiz, escreveram roteiros de história em quadrinhos para a editora Grafipar de ...